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Uma boa ideia perdura sempre no tempo…

No dia a dia de uma agência, para além do trabalho de gestão de conta é importante disponibilizar tempo para ter ideias, simplesmente ideias, ou melhor, encontrar a ideia certa para o cliente. Porém esta ideia nunca vem de um bafo onírico de inspiração proveniente do Olimpo, ela sempre vem da leitura correta da estratégia e objetivos de cada cliente.

Escrevemos este post inspirados num ato fortuito que aconteceu hoje na equipa, onde ao fazer-se a ronda natural pelas redes sociais, um dos nossos elementos encontrou um post de um cliente com quem trabalhou há uma década atrás e reparou que num kit de receção e preparação para um evento, se encontrava em destaque um material de marketing que tinha sido idealizado por si. Já se passaram mais de 10 anos e aquela simples ideia, que até parecia descabida para muitos dos que a ouviram da primeira vez, continuava a conseguir atrair a atenção dos seus públicos e a ter um papel fundamental nas ações de interação dos eventos dessa marca.

Como se ter uma boa ideia?

Quantas vezes já ouviu isto? “Uma boa ideia pode surgir do nada!”

É verdade que isto até pode acontecer, porém para se validar a sua qualidade é importante que esta consiga sobreviver a algumas questões:

  • A ideia consegue responder às necessidades e objetivos estratégicos da marca?
  • É exequível?
  • O seu custo é comportável?
  • Conseguirá fazer a marca destacar-se da concorrência?
  • É memorável?

Aos fazermos estas cinco perguntas, até pode parecer que estamos a querer bloquear a criatividade, porém é importante que qualquer ideia que se tenha esteja alinhada com a estratégia da marca, com os objetivos e interesse da marca.

O processo criativo tem diversos momentos que não devem nunca ser descurados ou ignorados. Neste processo é importante que a análise do “problema” ou desafio seja feito com toda a seriedade e sentido crítico, pois ao fazê-lo teremos meio caminho andado para que as ideias possam fluir e que respondam positivamente ao crivo das questões.

A adequação de uma ideia é de uma importância extrema, pois não podemos avançar com uma ideia totalmente disruptiva numa marca conservadora e com um tom de mensagem ponderado e conciliador. Há que ter sempre o cuidado da sua adequação aos valores da marca e se n a sua aplicação o público alvo irá perceber a ideia ou ação e se reconhecerá a imagem e os valores da marca.

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