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Buyer Persona: como criar uma em 3 passos 

Se ainda está confuso com o conceito de buyer persona é sinal que não anda atento aos nossos últimos posts! Tire um minuto do seu tempo e leia mais acerca da importância de criar esta personagem aqui (hiperligação). 

Agora que já lhe falamos do que é uma buyer persona e da influência positiva que esta pode ter na forma como delineia a estratégia do seu negócio, talvez seja hora de lhe apresentarmos os 3 simples passos que deverá seguir para passar à sua criação.   

1. Recolha de dados  

Sem grandes surpresas, em primeiro lugar, deve recolher dados. Como mencionamos no último artigo, a buyer persona, apesar de fictícia, reúne características pessoais reais de clientes que certamente interessam à sua marca.

É neste carácter de proximidade à realidade do seu mercado que reside o seu potencial e importância para uma empresa. Assim, a recolha de dados deve ser feita por meio de entrevistas, tanto a clientes que já detém, como a pessoas que poderão eventualmente integrar esse leque. Compreenda que a atenção que a sua entrevista ou questionário receberão dependerá, evidentemente, da forma como coloca as perguntas. É importante que estas sejam concisas e capazes de nos providenciar informação valiosa sem maçar aquele que é ou poderá no futuro ser nosso cliente.

Eis alguns tópicos que poderá explorar:  

  • Informações demográficas: idade, género, estado civil, características familiares (por exemplo, se tem filhos ou não), área profissional e local de residência são exemplos de perguntas rápidas que pode colocar e que lhe permitirão uma maior precisão no que concerne o foco do seu marketing online e offline.   
  • Hábitos de consumo e o que os desperta. Saber o que leva a sua audiência a procurar o tipo de soluções que a sua empresa oferece pode, naturalmente, ajudá-lo a promover o seu trabalho da melhor forma.
    • “Quais as suas prioridades no que respeita os seus hábitos de consumo?”
    • “Em que eventualidade procuraria os nossos serviços?”.  
  • Barreiras identificadas por parte dos clientes. É importante que tenha consciência dos aspectos que compõem o seu negócio e que podem, ainda que inconscientemente, retrair alguns clientes. Assim, perguntas como “o que é que o impediria de escolher a nossa marca?” ou “que critérios orientam a sua decisão quando opta por uma marca em detrimento de outras?” poderão ser uma boa ideia.   
  • Esforce-se por conhecer os seus clientes. Questione os seus interesses, hobbies, a forma como se relacionam com o meio digital, as suas preferências de conteúdo, etc. Só assim poderá fazer os ajustes possíveis e necessários à sua oferta.    

2. Análise de dados  

Agora que estão recolhidos os dados, procure, de entre as informações recebidas, quais os aspectos comuns. Para isso, e entrando já num segundo passo, proceda à sua análise.

Nesta fase, é importante que faça uma selecção de conteúdo, sem nunca, contudo, perder informação. Livre-se apenas dos aspectos que considera ter em excesso. Isto permitir-lhe-á traçar de melhor forma o seu perfil.

Esta procura por dados que marquem uma tendência ou padrão pode resultar em mais do que uma persona. Tal significa apenas que o seu negócio se dirige a mais do que um público. O que tem a fazer caso isto aconteça é esforçar-se para delinear a sua estratégia de acordo com todas elas, ou então diferenciar e trabalhar estratégias de nicho, que levem a uma maior proximidade entre a marca e cada consumidor.   

3. Mãos à obra!  

Finalmente feita a análise, há que começar a compor a persona propriamente dita. Este terceiro passo é aquele no qual serão colocados em prática os conhecimentos que reteve dos anteriores.

Faça os possíveis para personificar ao máximo a sua personagem, tendo sempre como base, claro, dados reais. Atribua-lhe um nome, profissão, estado civil, rotinas e interesses próprios…

Tenha sempre em mente que este é o cliente que, em ultima análise, guiará a sua estratégia, pelo que é essencial que reúna o maior número de características reais possível.   

Agora que já tem definido o seu cliente ideal, lembre-se que o mercado está em constante mudança. É importante que se mantenha atento às tendências que o regem e que proceda às alterações que considere necessárias no que respeita a definição da sua audiência.   

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