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Mercado, Mercado meu, alguém gosta mais da minha marca do que eu?

Dizemos sempre que ninguém gosta mais das marcas que os responsáveis de marketing e comunicação, algo que faz sentido, visto serem estes os responsáveis pela gestão e promoção da imagem da marca. Mas são somente estes que gostam da marca?

Esta pergunta é demasiado abrangente e pode levar para diferentes caminhos o artigo que agora está a ler, porém vamos tornar esta pergunta ainda mais fechada: Será que existem outras entidades que gostam mais da marca do que nós?

Bem, ao usarmos o termo entidades, estamos logo à partida a pensar em públicos externos à marca. Isso leva-nos, ainda assim, a um universo bastante abrangente de atores no mercado que poderiam ser tidos em conta como é o caso dos stakeholders, dos consumidores. Vamos então desdobrar mais um pouco a questão: Será que existem entidades que gostam tanto da nossa marca, que possam infligir dano à marca?

Neste momento, apostamos que já está a pensar em trolls, haters e outros atores com outro tipo de intenções que vão para além da dinamização, promoção da sua marca de modo salutar. E sim, é mesmo desses que vamos falar!

Uma das grandes tendências previstas para o ano de 2022, a cibersegurança (ou falta dela), já se está a materializar com danos irreparáveis a nível de negócio e imagem para muitas empresas. Portugal tem sido alvo de ataques diários de elevada exposição mediática, demonstrando que ninguém está a salvo.

A nossa equipa, devido ao know how adquirido na nossa atividade de comunicação na área de tecnologias de informação (TI) e de cibersegurança, temos vindo a desenvolver um conjunto de ações e atividades de consultoria que permite aos gestores empresariais e de marketing pensarem nas suas marcas de forma mais holística, ajudando-os a perceber quais as reais necessidades de proteção, que ferramentas existem no mercado a nível técnico e como devem reagir e gerir uma situação de crise, como é um caso de um ciberataque.

Recordamos que uma empresa em Portugal, em média é alvo de 980 tentativas de ciberataques por semana, segundo os dados mais recentes da Check Point Research, significando isto que semanalmente as marcas estão expostas a cerca de 1000 potenciais situações de crise.

A gestão de uma quebra de segurança informática tem um conjunto de ações e processos que têm de ser tidos em conta, que têm de ser divulgados, e que não podem ser escudados atrás de comunicados redigidos de forma meramente legal. É obrigatório exercer um processo de comunicação claro, simples e direto, onde todos os stakeholders consigam compreender o que se está a passar e o impacto que um ciberataque pode ter na sua interação com a marca.

Então como posso proteger a minha marca de ciberataques?

A proteção da marca de potenciais ciberataques faz-se em diferentes etapas:

1 – Listar e validar todas as soluções tecnológicas que o departamento de marketing e comunicação usa e que possam estar fora da responsabilidade de gestão das equipas de TI da empresa

2 – Reportar todas essas ferramentas de modo a que a equipa técnica da empresa possa ter conhecimento da sua existência e colocar sob a alçada dos processos de segurança adotados na empresa

3 – Criar um plano de gestão e comunicação de crise para estar preparado para a situação de ciberataque, com todos os processos definidos e estabelecidos para poder responder de forma clara e imediata aos stakeholders

4 – Estar atento a todos os contactos não reconhecidos que possam ser suspeitos

5 – Formar as equipas na consciencialização deste tipo de crimes, e como evitá-los

6 – Simular e treinar as equipas para este tipo de ações, de modo a que seja intuitivo bloquear qualquer tipo de ataque, seja ele de phishing, malware, engenharia social, extorsão entre outros

7 – Informar! Informar de forma consciente e clara os consumidores do que a empresa faz e atua para proteger-se e para proteger a sua informação.

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